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Chuvas elevam vazões no Paraná, e Copel amplia liberação de água em usinas do Iguaçu

Com chuvas persistentes no estado, usinas como Foz do Areia, Segredo e Salto Caxias operam com maior liberação de água para controlar os níveis dos reservatórios.

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Usina Hidrelétrica de Foz do Areia, no Paraná, com vertedouro em operação durante período de chuvas e aumento das vazões.
Usina Hidrelétrica de Foz do Areia, no Paraná, opera com maior liberação de água após o aumento das vazões provocado pelas chuvas.Crédito: Copel / Divulgação

As chuvas que atingem o Paraná desde a madrugada de quinta-feira (10) provocaram aumento nas vazões dos rios onde estão instaladas usinas hidrelétricas operadas pela Copel. Diante do volume de água, a companhia mantém uma operação preventiva nos reservatórios da bacia do rio Iguaçu. As usinas de Foz do Areia, Segredo e Salto Caxias estão com comportas abertas para controlar o nível dos reservatórios e ampliar a capacidade de receber a água que continua chegando com as chuvas. Em Foz do Areia, uma das maiores hidrelétricas da Copel, o reservatório recebe a água proveniente da cabeceira do rio Iguaçu e também da região de União da Vitória. Com o aumento das precipitações, a entrada de água chegou a aproximadamente 2,4 milhões de litros por segundo. Para aumentar a margem de segurança do reservatório, que estava com cerca de 88% de armazenamento, a Copel decidiu ampliar a liberação de água. Aproximadamente 3 milhões de litros por segundo estão sendo liberados, considerando tanto a água utilizada pelas turbinas para geração de energia quanto a vazão direcionada pelo vertedouro. A situação exige acompanhamento porque as chuvas atingem diferentes pontos da bacia do Iguaçu ao mesmo tempo. A água que desce das regiões mais altas se soma à vazão de rios e afluentes que alimentam os reservatórios das demais usinas ao longo do percurso. A operação das comportas faz parte do controle dos níveis dos reservatórios durante períodos de maior volume de chuva. A Copel acompanha continuamente as vazões e pode alterar a operação das usinas conforme a evolução das condições meteorológicas e o volume de água recebido pelos rios. Para moradores de regiões próximas aos rios e reservatórios, a orientação é acompanhar os comunicados dos órgãos oficiais e da Defesa Civil, principalmente em locais sujeitos a elevação rápida do nível da água.

Fonte: Bem Paraná

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