Curitiba chega a 1,83 milhão de habitantes e é a 8ª maior cidade do Brasil
Estimativa do IBGE aponta 1.832.183 moradores na capital paranaense em 2026, com crescimento leve em relação ao ano anterior.

Curitiba continua entre as maiores cidades do Brasil. A nova Estimativa da População divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que a capital paranaense chegou a 1.832.183 habitantes em 2026.

Com esse número, Curitiba ocupa a 8ª posição entre as cidades mais populosas do país, atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza, Salvador, Belo Horizonte e Manaus.
População cresceu pouco em um ano

Em 2025, a estimativa oficial indicava 1.830.795 moradores em Curitiba. Agora, são 1.832.183, uma diferença de 1.388 habitantes, equivalente a um crescimento de aproximadamente 0,08%.
O aumento é considerado pequeno quando comparado ao crescimento registrado em outras capitais brasileiras.
No conjunto das capitais, a população cresceu aproximadamente 0,22% entre 2025 e 2026, segundo os dados divulgados com as novas estimativas.
Brasil chega a 214,2 milhões de habitantes
A estimativa do IBGE aponta que o Brasil alcançou 214.211.951 habitantes em 2026.
Os números têm como referência a população residente em 1º de julho de 2026 e são utilizados para diferentes finalidades administrativas, econômicas e de planejamento público.
O país possui atualmente 15 cidades com população superior a 1 milhão de habitantes.
Curitiba permanece líder no Paraná
Dentro do Paraná, Curitiba permanece com ampla vantagem como o município mais populoso.
Depois da capital aparecem Londrina, com 584.465 habitantes, Maringá, com 432.635, Ponta Grossa, com 378.527, e Cascavel, com 372.026 moradores.
São José dos Pinhais, na Região Metropolitana, chegou a 353.874 habitantes e aparece entre os municípios paranaenses que apresentaram crescimento populacional relevante no último ano.
Região Metropolitana também influencia crescimento
Embora a população dentro dos limites de Curitiba apresente estabilidade, municípios da Região Metropolitana vêm registrando taxas de crescimento maiores.
Esse movimento já vinha sendo destacado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), que ressalta que os dados da capital precisam ser avaliados em conjunto com a expansão das cidades vizinhas.
As novas estimativas do IBGE servem de base para planejamento de políticas públicas, distribuição de recursos e estudos sobre o desenvolvimento das cidades brasileiras.
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
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