Disputa entre Coligação de Lula e Flávio Bolsonaro por vídeo sobre preço dos alimentos chega à TSE
A Coligação Brasil Pronto pra Mais, que reúne a Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), PSB, PDT e a Federação Psol/Rede, ajuizou, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), uma representação contra o candidato à Pres

Disputa entre Coligação de Lula e Flávio Bolsonaro por vídeo sobre preço dos alimentos chega à TSE. Os dados disponíveis na fonte original foram reorganizados pelo Notícias de Curitiba para explicar o fato, sua situação atual e os possíveis efeitos para o público. O fato envolve a Coligação Brasil Pronto pra Mais, que reúne a Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), PSB, PDT e a Federação Psol/Rede, ajuizou, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), uma representação contra o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro por propaganda eleitoral irregular. A ação foi distribuída na noite de segunda-feira (21) e está sob relatoria do ministro André Mendonça, juiz auxiliar da corte. Entre os dados confirmados, o alvo é um vídeo publicado no Facebook e no Instagram do senador com a legenda “Quanto tá a picanha na sua cidade? A peça de 47 segundos justapõe dois trechos de falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva: um de março de 2025, rotulado como “expectativa”, em que ele afirma que a carne vai baixar de preço; e outro de setembro de 2026, rotulado como “realidade”, em que diz “se não tem carne, a gente come ovo”. A apuração da fonte registra ainda que a coligação defende que o recorte é gravemente descontextualizado. Na íntegra do segundo discurso citado na petição, Lula completa a frase com “se não tem ovo, a gente come carne” e segue defendendo a valorização do salário mínimo como caminho para recuperar o poder de compra, afirmando que a questão do custo de vida está sendo levada “muito a sério”. Para entender o estágio atual, a representação sustenta que a montagem atinge a honra do presidente ao sugerir que ele desprezaria a alta dos alimentos, em violação ao artigo 57-D da Lei das Eleições. A ação aponta uma segunda irregularidade, desta vez na forma de veiculação. Em relação aos efeitos práticos, o conteúdo foi impulsionado em quatro versões diferentes entre 13 e 18 de setembro, com investimento total de R$ 105 mil e alcance estimado em mais de um milhão de contas. A legislação eleitoral só permite o impulsionamento pago para promover a própria candidatura, vedando expressamente o uso do recurso em propaganda negativa. Outro ponto relevante é que em caráter liminar, a coligação pede a remoção das publicações, o envio de ofício à Meta caso a ordem não seja cumprida e a proibição de novos impulsionamentos com conteúdo semelhante. No mérito, requer multa de R$ 240 mil, sendo R$ 30 mil pela propaganda ofensiva e R$ 210 mil referentes ao dobro do valor investido no impulsionamento. A informação disponível também indica que até a publicação desta nota, não havia decisão do relator sobre o pedido de liminar. A reportagem procurou a campanha de Flávio Bolsonaro e aguarda
Fonte: BRASIL DE FATO

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