Entenda os principais pontos sobre cultivos de soja e cana quintuplicam na Mata Atlântica em 41 anos e agropecuária
Em 1985, a soja e seu modelo exportador já estavam presentes na Mata Atlântica, com 2,4 milhões de hectares, mas avançaram fortemente ao longo das décadas. Quarenta e um anos depois, em 2025, a monocultura do grão ocupav

Entenda os principais pontos sobre cultivos de soja e cana quintuplicam na Mata Atlântica em 41 anos e agropecuária. Os dados disponíveis na fonte original foram reorganizados pelo Notícias de Curitiba para explicar o fato, sua situação atual e os possíveis efeitos para o público. O fato envolve em 1985, a soja e seu modelo exportador já estavam presentes na Mata Atlântica, com 2,4 milhões de hectares, mas avançaram fortemente ao longo das décadas. Quarenta e um anos depois, em 2025, a monocultura do grão ocupava 11,11 milhões de hectares, uma área 4,6 vezes maior, respondendo por 25% da produção nacional. Entre os dados confirmados, já a cana-de-açúcar aumentou 5,3 vezes a área nesse período, chegando a 6,15 milhões de hectares e garantindo metade do plantio nacional. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (21), Dia da Árvores, pelo MapBiomas e SOS Mata Atlântica, que reúnem e apresentam anualmente informações sobre o bioma com a menor proporção de vegetação nativa do país. A apuração da fonte registra ainda que a vegetação nativa ocupa 32% do território , enquanto a agropecuária responde por 63%. Nos últimos anos, esse crescimento não foi maior, porque grande parte da expansão da agricultura (79%) aconteceu pela conversão de pastagens, que perderam cerca de 11 milhões de hectares no período. Para entender o estágio atual, esse fenômeno contribuiu para o aumento da mata secundária. “A expansão e a intensificação da agropecuária são decisivas tanto para determinar o desmatamento quanto a regeneração. Em relação aos efeitos práticos, após duas décadas de avanço da agricultura sobre a vegetação nativa, nos últimos anos a agricultura passou a substituir as pastagens, que passaram a ceder áreas para a vegetação secundária. Esta é a trajetória para o necessário alcance do desmatamento zero e da restauração em grande escala”, comenta Luís Fernando Guedes Pinto, diretor executivo da SOS Mata Atlântica. Outro ponto relevante é que hoje, um em cada quatro hectares de vegetação nativa voltaram a crescer após os desmatamentos. A supressão da vegetação nativa na Mata Atlântica apresenta uma tendência de queda ao longo da série histórica. A informação disponível também indica que a partir dos anos 2000, a área de vegetação nativa suprimida ficou abaixo de 2 milhões de hectares em cada período de 5 anos. Mesmo com resultados positivos, o avanço do agronegócio continua, atendendo aos mercados internacionais, como no caso da silvicultura, que quadruplicou a área com a produção de eucalipto voltada para as grandes empresas de celulose . O fato envolve paraná e Santa Catarina concentravam 46% da área de silvicultura no bioma em 2025. Área urbana cresce, inclusive nas
Fonte: BRASIL DE FATO

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