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Entenda os principais pontos sobre um santo contra o fascismo

Aperta os cadarços, toma a mochila e começa a subir. Pier Giorgio Frassati amava as montanhas, o vento no rosto, os amigos e aquele instante em que, depois da subida, o horizonte se alargava.

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Imagem relacionada à reportagem Um santo contra o fascismo
Um santo contra o fascismoCrédito: Pier Giorgio Frassati, padre italiano | Crédito: Reprodução da internet

Entenda os principais pontos sobre um santo contra o fascismo. Os dados disponíveis na fonte original foram reorganizados pelo Notícias de Curitiba para explicar o fato, sua situação atual e os possíveis efeitos para o público. O fato envolve aperta os cadarços, toma a mochila e começa a subir. Pier Giorgio Frassati amava as montanhas, o vento no rosto, os amigos e aquele instante em que, depois da subida, o horizonte se alargava. Entre os dados confirmados, nascido em 6 de abril de 1901, filho de Alfredo Frassati, fundador do jornal La Stampa , veio de uma família burguesa de Turim (Itália), mas encontrou Jesus na Ação Católica. Depois, o mesmo Cristo na carne dos pobres. A apuração da fonte registra ainda que o Cristo adorado no Pão era o Cristo encontrado na rua. E compreendeu que amar o pobre não era apenas levar-lhe pão, mas perguntar por que lhe faltava o pão. Para entender o estágio atual, foi canonizado em 7 de setembro de 2025 pelo Papa Leão 14. A Rerum Novarum ajudou-o a perceber que a fé tem consequências sociais. Em relação aos efeitos práticos, empenhou-se pelos direitos dos trabalhadores, pela justiça e enfrentou o fascismo. O jovem que se ajoelhava diante da Eucaristia não se ajoelhou diante do fascismo. Outro ponto relevante é que será que os jovens que adoram Jesus na Eucaristia, pelas paróquias do Brasil afora, são fascinados pelo fascismo? O fascismo de Mussolini, marcado pelo ódio, a violência e o totalitarismo, foi condenado por Pio 11 na encíclica Non abbiamo bisogno — “Não temos necessidade” —, de 1931. A informação disponível também indica que o Papa denunciou a pretensão de dominar a juventude e um Estado que invadia a consciência, a família e a Igreja. Precisamos repetir hoje: Non abbiamo bisogno . O fato envolve e como reconhecê-lo antes que seja tarde? Em “O fascismo eterno”, Umberto Eco aponta sinais: medo da diferença, inimigos fabricados, desprezo pelo pensamento crítico, culto à força. Entre os dados confirmados, nas redes, mentira, ódio e preconceito encontram novas praças. É preciso reconhecê-lo antes que pareça normal. A apuração da fonte registra ainda que o fascismo disputa consciências e cultura antes de tomar o Estado. Gramsci percebeu como o intolerável pode tornar-se aceitável. Para entender o estágio atual, e Martin Niemöller, pastor perseguido pelo nazismo, advertiu: “Vieram buscar os outros, eu me calei. Quando vieram me buscar, já não havia quem falasse”. Em relação aos efeitos práticos, o fascismo que ameaça o outro também me ameaça. Hannah Arendt chamou nossa atenção para a banalização do mal: quando se deixa de pensar, aquilo que deveria indignar vira rotina. Outro ponto relevante é que norberto Bobbio lembra que democracia, direitos humanos e Estado democrático de direito caminham juntos: o poder deve estar submetido à lei. Em “21 Lições para o Século 21”, Yuval Noah Harari mostra como dados, redes e algoritmos podem explorar medos e radicalizar

Fonte: BRASIL DE FATO

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