Foragido por homicídio no Alto Boqueirão é preso em Manaus após cerca de 18 meses
Homem de 25 anos é investigado pela morte de Mayron Alex Popenda, ocorrida em fevereiro de 2025, em Curitiba; prisão aconteceu em ação integrada entre as polícias civis do Paraná e do Amazonas.

Um homem de 25 anos, investigado pela morte de Mayron Alex Popenda, foi preso na terça-feira (1º), em Manaus, no Amazonas. O crime ocorreu em fevereiro de 2025, no bairro Alto Boqueirão, em Curitiba.
Segundo as informações divulgadas sobre a investigação, o suspeito estava foragido da Justiça do Paraná havia cerca de 18 meses. A prisão ocorreu durante uma ação integrada entre as polícias civis do Paraná e do Amazonas.
Contra o investigado havia um mandado de prisão preventiva expedido pela 1ª Vara Sumariante do Tribunal do Júri de Curitiba.
Crime ocorreu após desentendimento
De acordo com a investigação, o homem alugava uma residência localizada nos fundos do terreno onde Mayron morava. Na noite do crime, os dois teriam se envolvido em um desentendimento.
Mayron foi atingido por golpes de faca nas regiões do tórax e do abdômen. Mesmo ferido, conseguiu sair até a rua em busca de socorro.
Equipes do Siate e do Samu foram acionadas e encaminharam a vítima ao Hospital do Trabalhador, em Curitiba. Apesar do atendimento médico, Mayron não resistiu aos ferimentos.
Suspeito teria deixado Curitiba após o crime
Após o homicídio, o investigado teria deixado o local acompanhado da família em um veículo Peugeot. A residência onde o grupo estava morando também foi abandonada.
Durante as investigações, a Polícia Civil reuniu depoimentos, imagens de câmeras de segurança e outros elementos para identificar o suspeito e reconstruir a dinâmica do crime.
Ao final do inquérito, o homem foi indiciado por homicídio qualificado.
Prisão ocorreu em Manaus
Após informações indicarem que o investigado estaria em Manaus, houve troca de informações entre as forças de segurança dos dois estados.
O homem foi localizado e preso por policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), da Polícia Civil do Amazonas.
Ele permanece à disposição da Justiça e deverá passar pelos procedimentos necessários para eventual transferência ao Paraná.
O indiciamento não representa condenação definitiva. O caso seguirá sob análise do Poder Judiciário.
Fonte: Banda B / informações da investigação policial
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