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Importância do voto para jovens e idosos — Caminhos da Reportagem

Intitulado Do primeiro ao último voto , o próximo episódio do programa Caminhos da Reportagem , que será exibido nesta segunda (21), às 23h30, na TV Brasil , dá voz à parcela dos eleitores brasileiros para quem votar é facultativo e não obr

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Caminhos da Reportagem: importância do voto para jovens e idososCrédito: © Bruno Peres/Agência Brasil

Importância do voto para jovens e idosos — Caminhos da Reportagem. O Notícias de Curitiba reorganizou os dados públicos disponíveis para apresentar o acontecimento, seu contexto e a situação atual. O fato reúne intitulado Do primeiro ao último voto , o próximo episódio do programa Caminhos da Reportagem , que será exibido nesta segunda (21), às 23h30, na TV Brasil , dá voz à parcela dos eleitores brasileiros para quem votar é facultativo e não obrigatório. Jovens com 16 e 17 anos e idosos com 70 anos ou mais estão entre os quase 159 milhões de cidadãos aptos a votar nas eleições de 2026, marcadas para os dias 4 e 25 de outubro. Entre as informações confirmadas, o programa busca entender por que a maioria dessas pessoas faz questão de ir às urnas para exercer o direito reconquistado após o fim da ditadura militar e a volta da democracia no Brasil. • Eleitores de religiões afro se sentem invisíveis em campanha eleitoral. A apuração registra também que • ONU: Lula defende multilateralismo e reforma do Conselho de Segurança. “A gente vai decidir o que vai acontecer no começo da nossa vida adulta, como as políticas sobre estágios e faculdade”, opina o estudante Brayan de Sousa, de 17 anos. Para compreender o contexto, “Quem tem 70 anos ou mais e vota é uma pessoa que tem consciência da importância do voto”, afirma a pesquisadora Ana Amélia Camarano. Além de jovens e idosos, a equipe do programa entrevistou ativistas e especialistas no assunto. Em relação aos efeitos práticos, a jornalista Manuela Pinho, que lutou pelo voto dos adolescentes no fim dos anos 1980 na campanha “Se liga, 16”, conta que fez mobilizações nas ruas e no Congresso. “Em 1988 foi a Constituinte e em 1989 teve a primeira eleição presidencial do período democrático, e esse foi um caldo que favoreceu discutir participação e a defesa da democracia. Outro dado relevante é que a gente fez abaixo-assinado e conversou com parlamentares. Quando o direito foi conquistado, o momento foi de divulgar”, lembra Manuela. O fato reúne há poucos anos, ela reviveu essa história. Foi quando a filha de Manuela, então adolescente, tirou o título de eleitor. Entre as informações confirmadas, “Foi uma vontade dela e eu achei muito interessante. Ela tomou a decisão dela, foi pesquisar e escolheu”, diz. A apuração registra também que quem também não deixa de comparecer às urnas é o fiscal de finanças Manoel de Matos. Com deficiência visual, auditiva e física, ele entende que votar é lutar pelos seus direitos. Para compreender o contexto, “Nós nos tornamos muitas vezes invisíveis perante a sociedade. E o voto é uma maneira de nós nos colocarmos como cidadãos para dizer: eu tenho deficiência, mas posso contribuir com a democracia desse país.” Em relação aos efeitos práticos, com o envelhecimento da população brasileira, o perfil do eleitorado também envelheceu. Em 2022, mais de 14,8 milhões de eleitores tinham 70 anos ou mais, em 2026 são mais de Fonte consultada: Agência Brasil.

Fonte: Agência Brasil / EBC

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