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Política

O que propõem candidatos ao governo do RS — Agroecologia, agrotóxicos e agronegócio

O conflito entre lavouras de soja, onde o herbicida 2,4-D é amplamente utilizado, e cultivos sensíveis como videiras e macieiras sintetiza uma disputa que atravessa a eleição para o governo do Rio Grande do Sul: a conviv

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Imagem relacionada à reportagem Agroecologia, agrotóxicos e agronegócio: o que propõem candidatos ao governo do RS
Agroecologia, agrotóxicos e agronegócio: o que propõem candidatos ao governo do RSCrédito: Disputa em torno do 2,4-D na Campanha é um dos exemplos das diferenças entre os projetos para o campo no RS | Crédito: Pixabay/Reprodução

O que propõem candidatos ao governo do RS — Agroecologia, agrotóxicos e agronegócio. Os dados disponíveis na fonte original foram reorganizados pelo Notícias de Curitiba para explicar o fato, sua situação atual e os possíveis efeitos para o público. O fato envolve o conflito entre lavouras de soja, onde o herbicida 2,4-D é amplamente utilizado, e cultivos sensíveis como videiras e macieiras sintetiza uma disputa que atravessa a eleição para o governo do Rio Grande do Sul: a convivência entre o modelo agrícola baseado em monoculturas e insumos químicos e as formas de produção de base ecológica. A reportagem consultou os planos de governo registrados na Justiça Eleitoral pelas candidaturas ao Palácio Piratini para identificar o que cada uma propõe para a agricultura familiar, a agroecologia e o uso de agrotóxicos. Entre os dados confirmados, a disputa ganhou um novo capítulo em agosto, quando a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi) publicou a Instrução Normativa 8/2026, que cria zonas de exclusão para o uso do herbicida 2,4-D em Dom Pedrito, Santana do Livramento e Jaguari. A norma chegou dois meses depois de o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul confirmar, em junho, a proibição do produto na região da Campanha. A apuração da fonte registra ainda que nos programas analisados, o tema aparece por caminhos distintos. Agricultura familiar, irrigação, conservação do solo, crédito rural e agroindustrialização estão presentes em diferentes propostas, enquanto agroecologia, sementes crioulas, controle de agrotóxicos, licenciamento ambiental e fortalecimento do agronegócio recebem tratamentos variados entre as candidaturas. Para entender o estágio atual, o plano de governo de Juliana Brizola (PDT) e Edegar Pretto (PT) dedica espaço específico à agroecologia. No capítulo sobre agricultura familiar, o documento aponta que o avanço das monoculturas, como a soja, as mudanças climáticas e a dependência de insumos externos agravam o endividamento e comprometem a sustentabilidade das propriedades, e propõe a transição para uma agricultura familiar sustentável, agroecológica e resiliente às mudanças climáticas. Em relação aos efeitos práticos, entre as medidas previstas estão a retomada do Plano Safra Gaúcho em parceria com o governo federal, a criação de um Programa Estadual de Abastecimento para levar produtos da agricultura familiar diretamente aos consumidores e a destinação de parcela das compras públicas de alimentação escolar, hospitais, presídios e programas sociais à agricultura familiar. O programa prevê também o fortalecimento do Fundo de Terras do Estado e de uma estrutura estadual de política fundiária, em articulação com o governo federal, para promover o acesso à terra e o desenvolvimento dos assentamentos, além de políticas específicas para a autonomia das mulheres rurais e a permanência dos jovens no

Fonte: BRASIL DE FATO

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