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O relançamento do álbum de estreia do pai 50 anos depois volta ao debate com Max Viana, filho de Djavan,

“A voz, o violão, a música de Djavan”, primeiro álbum, lançado pelo músico alagoano em 1976 como apresentação de sua sonoridade única, ganhou, para celebrar seus 50 anos de lançamento, uma nova edição remixada e remaster

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Imagem relacionada à reportagem Max Viana, filho de Djavan, fala sobre o relançamento do álbum de estreia do pai 50 anos depois
Max Viana, filho de Djavan, fala sobre o relançamento do álbum de estreia do pai 50 anos depoisCrédito: Capa do disco de estreia de Djavan: A Voz, o Violão, a Música de Djavan | Crédito: Reprodução

O relançamento do álbum de estreia do pai 50 anos depois volta ao debate com Max Viana, filho de Djavan,. Os dados disponíveis na fonte original foram reorganizados pelo Notícias de Curitiba para explicar o fato, sua situação atual e os possíveis efeitos para o público. O fato envolve “A voz, o violão, a música de Djavan”, primeiro álbum, lançado pelo músico alagoano em 1976 como apresentação de sua sonoridade única, ganhou, para celebrar seus 50 anos de lançamento, uma nova edição remixada e remasterizada. Responsável pela masterização do álbum, o produtor e filho de Djavan, Max Viana, conta ao programa Conversa Bem Viver , da Rádio Brasil de Fato , uma das novidades dessa edição: a versão estendida da canção “Maria das Mercedes”, com um trecho improvisado pelo cantor, que não entrou no disco de 50 anos atrás. Entre os dados confirmados, “Ela tinha mais música, um improviso super bonito, mas não foi para o disco, e ele não lembrava. Para mim, era importante trazer isso, porque foi o começo dessa coisa dele com o improviso, com essas melodias, que são tão características do repertório dele, do arranjo, do resultado final das músicas.” A apuração da fonte registra ainda que o relançamento teve duas preocupações: aproximar a sonoridade do álbum da atualidade, sem perder as características do trabalho feito pelo pai há cinco décadas. “Nossos ouvidos hoje estão acostumados com um outro tratamento de som; o som é um pouquinho mais brilhante. Para entender o estágio atual, então, o desafio foi buscar tornar mais palatável aos ouvidos de hoje, sem perder as características originais sonoras. A gente queria que não causasse uma estranheza, e sim que causasse uma proximidade maior para quem está ouvindo pela primeira vez, mas sem espantar quem já ouviu esse tempo todo.” Em relação aos efeitos práticos, celebrar os 50 anos de carreira de Djavan é festejar sua música e também a consolidação de uma carreira que perdurou e se manteve relevante por tanto tempo, expressa Max: “Pelo ponto de vista musical, do que ele já fez, do que ele entregou de música, eu acho que já é muito claro. Outro ponto relevante é que as situações que a carreira dele proporcionou para ele são uma reafirmação que dá muito orgulho, dá muita felicidade de ver”, explica, refletindo que o Brasil é um lugar de “modismos” e muitas novidades. “Você se manter nisso é uma vitória que, por si só, já justifica toda essa celebração.” A informação disponível também indica que max fala de como a relação com o pai e a forma como ele o ajudou a alicerçar um processo de autoestima foram importantes para o enfrentamento do racismo. “Eu tive um antídoto muito forte para essa coisa do racismo, que é poder crescer com

Fonte: BRASIL DE FATO

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