Pedágio em São José dos Pinhais sobe para R$ 5,90 a partir de segunda-feira
Novo valor entra em vigor à zero hora de segunda-feira (14) na praça da Arteris Litoral Sul, na Região Metropolitana de Curitiba.

Motoristas que utilizam a praça de pedágio de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, vão pagar mais caro a partir da próxima segunda-feira, dia 14 de setembro.
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou o reajuste da Tarifa Básica de Pedágio da Autopista Litoral Sul. Para automóveis, caminhonetes e furgões, o valor passa de R$ 5,70 para R$ 5,90. A mudança começa a valer à zero hora de segunda-feira.
O reajuste também será aplicado nas praças de Garuva, Araquari, Porto Belo e Palhoça, em Santa Catarina. As cinco praças fazem parte do trecho concedido que abrange a BR-116/PR, a BR-376/PR, a BR-101/SC e o Contorno de Florianópolis.
Segundo a decisão oficial da ANTT, o reajuste considerou a revisão tarifária do contrato e uma variação positiva de 4,44% do IPCA. Antes do arredondamento, a tarifa calculada passou de R$ 5,67439 para R$ 5,93322.
Para veículos maiores, os valores também mudam. Caminhões leves e ônibus de dois eixos passam a pagar R$ 11,80. Caminhões de três eixos terão tarifa de R$ 17,70, enquanto veículos de seis eixos pagarão R$ 35,40. Para motocicletas, motonetas e bicicletas motorizadas, a tarifa será de R$ 2,95.
A praça de São José dos Pinhais é utilizada por milhares de motoristas que circulam entre Curitiba, o Litoral do Paraná e Santa Catarina, especialmente pela BR-376.
A concessionária informa que o pagamento pode ser realizado em dinheiro, por cartões de débito por aproximação, dispositivos móveis com tecnologia NFC e também por meio das tags de cobrança automática.
O reajuste foi formalizado pela Decisão SUROD nº 1.356, de 4 de setembro de 2026, publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (11).
Para quem costuma utilizar o trecho com frequência, a orientação é considerar o novo valor no planejamento dos deslocamentos a partir de segunda-feira.
Fonte das informações: Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT)
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