Professora é investigada por matar ex-marido a facadas em academia; filha de 12 anos teria presenciado crime
Entenda o fato, o contexto e as informações que ainda precisam de confirmação antes da publicação.

Uma professora de 32 anos é investigada pela morte do ex-marido, o empresário Michel Serra Begali, também de 32 anos, assassinado a facadas no estacionamento de uma academia em Americana, no interior de São Paulo. O caso é apurado pela Polícia Civil, que busca esclarecer a motivação, a dinâmica do crime e se houve planejamento prévio. Segundo as informações reunidas pela investigação, o homicídio aconteceu poucos dias após o fim do relacionamento entre os dois. Michel foi atingido por diversos golpes de faca no estacionamento da academia. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas e prestaram atendimento à vítima, mas o empresário não resistiu aos ferimentos. A suspeita foi detida logo após o crime, ainda dentro da academia. Um dos pontos que mais chamou a atenção dos investigadores é o fato de a filha da mulher, de 12 anos, estar no local no momento do ocorrido. A Polícia Civil apura em que circunstâncias a adolescente presenciou a situação e quais informações poderão contribuir para a reconstrução dos fatos. Publicações feitas pela investigada nas redes sociais também passaram a fazer parte da apuração. De acordo com a investigação, algumas mensagens anteriores ao homicídio podem ser interpretadas como ameaças direcionadas ao ex-marido. Esse conteúdo está sendo analisado juntamente com depoimentos, imagens de câmeras de segurança, perícias e outras provas recolhidas. Os investigadores também trabalham para esclarecer se o crime foi premeditado. A forma como o ataque ocorreu e os acontecimentos anteriores ao homicídio são considerados importantes para a definição da linha investigativa e para eventual responsabilização criminal. O caso segue sob investigação e novas informações ainda podem ser divulgadas pelas autoridades. Até a conclusão do inquérito e eventual decisão da Justiça, a mulher deve ser tratada como investigada, respeitando-se o princípio da presunção de inocência.
Fonte: Banda B

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