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Quem está ao lado de quem — A escala 6×1 nas urnas

A luta histórica da classe trabalhadora pela redução da jornada de trabalho sem corte de salários ou perda de direitos, materializada na PEC pelo fim da escala 6×1 , deixou de ser uma pauta restrita aos sindicatos, lojas

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Imagem relacionada à reportagem A escala 6×1 nas urnas: quem está ao lado de quem
A escala 6×1 nas urnas: quem está ao lado de quemCrédito: A redução da jornada de trabalho se constitui como uma das conquistas mais importantes para a classe trabalhadora do Brasil nas últimas décadas | Crédito: Tânia Rego/Agência Brasil

Quem está ao lado de quem — A escala 6×1 nas urnas. Os dados disponíveis na fonte original foram reorganizados pelo Notícias de Curitiba para explicar o fato, sua situação atual e os possíveis efeitos para o público. O fato envolve a luta histórica da classe trabalhadora pela redução da jornada de trabalho sem corte de salários ou perda de direitos, materializada na PEC pelo fim da escala 6×1 , deixou de ser uma pauta restrita aos sindicatos, lojas e fábricas. Ela tomou as ruas, as redes e, agora, o centro do debate eleitoral. Entre os dados confirmados, com 78% da população favorável ao fim da jornada de seis dias de trabalho por apenas um de descanso, nenhum candidato pode fingir que o tema não existe – sendo 96% entre eleitores de esquerda e 61% entre eleitores de direita, conforme pesquisa nacional do Instituto Locomotiva, em parceria com a QuestionPro. A pergunta que se coloca para a classe trabalhadora nestas eleições é simples e direta: quem está ao lado de quem? A apuração da fonte registra ainda que não estamos diante de uma “escolha” ou de uma “flexibilidade”. A escala 6×1 é um mecanismo que empurra a juventude para a precarização desde o primeiro emprego e que rouba não apenas o sábado ou o domingo, mas a possibilidade de estudar, cuidar da saúde, dos filhos e de si mesmo. Para entender o estágio atual, a PEC nº 221/2019 extingue a escala 6×1, reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais e garante dois dias de descanso remunerado sem redução salarial. Foi aprovada na Câmara em maio – com 461 votos a favor e apenas 19 contra – e depois na CCJ do Senado, em 2 de setembro, com 27 votos favoráveis e apenas quatro contrários. Em relação aos efeitos práticos, agora, depende de votação no plenário do Senado, comandado por Davi Alcolumbre (União-AP). :: Quer receber notícias do Brasil de Fato RJ no seu WhatsApp? Outro ponto relevante é que contra essa proposta, a oposição bolsonarista apresentou a PEC nº 12/2026, de autoria do senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro. Essa proposta não acaba com a escala 6×1, não reduz o limite de 44 horas e não garante dois dias de descanso remunerado. A informação disponível também indica que ela apenas permite que o trabalhador negocie individualmente com o patrão a forma de cumprimento da jornada, abrindo caminho para a remuneração por hora trabalhada – o que, na prática, significa precarizar ainda mais as condições de trabalho e fragilizar o salário mínimo, as férias e o 13º salário. O presidente Lula assumiu publicamente a defesa do fim da escala 6×1. O fato envolve em declaração recente, afirmou: “Espero que o Alcolumbre coloque em votação logo, para que possamos ter certeza de que a gente vai ter mais tempo para descansar, cuidar da criança, passear ou ler alguma coisa”. O governo trata a aprovação da PEC como uma de suas prioridades antes das

Fonte: BRASIL DE FATO

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