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Comissão da Câmara aprova regras para parceria entre academias e personal trainers

Luiz Gastão: texto deixa claro que a academia não responde por exercícios mal prescritos pelo personal - Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados A Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados aprovou

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Comissão da Câmara aprova regras para parceria entre academias e personal trainers — Crédito: Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

Luiz Gastão: texto deixa claro que a academia não responde por exercícios mal prescritos pelo personal - Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados A Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que regulamenta os contratos de parceria entre academias e profissionais de educação física, além de garantir o acesso de personal trainers às dependências dos estabelecimentos para acompanhamento de alunos.

O texto aprovado é a versão do relator, deputado Luiz Gastão (PSD-CE), para o Projeto de Lei 9539/18 , do ex-deputado Nelson Marquezelli (SP), e um apensado . O relator também levou em conta sugestões feitas pela Comissão de Trabalho.

“O substitutivo esclarece a responsabilidade civil, deixando claro que a academia não responde por exercícios mal prescritos pelo personal externo, mas continua respondendo pela segurança dos aparelhos e das instalações”, disse o relator.

Mudanças

A proposta aprovada altera a Lei do Salão-Parceiro ( Lei 12.592/12 ) e a lei que regulamenta a profissão de Educação Física ( Lei 9.696/98 ). Pelo texto, as parcerias poderão ser formalizadas por meio de contratos.

O modelo permite o rateio de receitas e a retenção de tributos pela academia parceira.

O texto estabelece ainda que, enquanto durar a parceria, o profissional não terá relação de emprego ou de sociedade com o estabelecimento.

Eventual taxa de acesso cobrada do personal trainer deverá ser fixa e mensal, sendo proibida a cobrança por aluno atendido. O valor não poderá exceder a média dos preços das mensalidades individuais praticadas pela academia.

Próximos passos

O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Indústria, Comércio e Serviços; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Fonte das informações: Agência Câmara — republicação autorizada

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