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Entenda os principais pontos sobre deltan Dallagnol ainda é candidato? Entenda decisão do TSE

Na noite desse sábado (19), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu a campanha ao Senado pelo Paraná do ex-procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol (Novo). A liminar, assinada pelo ministro relator Floriano de Aze

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Deltan Dallagnol ainda é candidato? Entenda decisão do TSECrédito: Deltan Dallagnol teve a candidatura cassada por unanimidade, pelo TSE, em 2023. | Crédito: Antônio Leal/MPDFT

Entenda os principais pontos sobre deltan Dallagnol ainda é candidato? Entenda decisão do TSE. Os dados disponíveis na fonte original foram reorganizados pelo Notícias de Curitiba para explicar o fato, sua situação atual e os possíveis efeitos para o público. O fato envolve na noite desse sábado (19), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu a campanha ao Senado pelo Paraná do ex-procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol (Novo). A liminar, assinada pelo ministro relator Floriano de Azevedo Marques, é válida até que o TSE se reúna para discutir a inelegibilidade do candidato. Entre os dados confirmados, para Guilherme Gonçalves, advogado especialista em direito eleitoral, a suspensão sinaliza que Dallagnol deve ficar inelegível. “Do ponto de vista prático e considerando situações semelhantes, avalio que será apenas uma questão de tempo para o plenário confirmar a decisão e reconhecer que o candidato, de fato, está inelegível”, afirma o especialista. A apuração da fonte registra ainda que a liminar foi dada numa medida jurídica chamada antecipação da tutela recursal, ou seja, adiantou os efeitos de uma decisão antes do julgamento final. Isso significa que o ministro relator Floriano Marques entendeu que a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), que considerou Dallagnol elegível, afronta a decisão do TSE, tomada em 2023. Para entender o estágio atual, mas, como é individual, a liminar não poderia negar o registro ao candidato. Em 2023, o TSE cassou o registro da candidatura do ex-procurador por fraude à Lei da Ficha Limpa (Lei 134/2010). Em relação aos efeitos práticos, com a liminar, Dallagnol não pode receber e usar recursos públicos do Fundo Partidário ou do Fundo Eleitoral, nem fazer campanha em atos, na rádio, televisão ou participar de debates. “Tendo em vista que só uma decisão colegiada pode chegar nesse ponto, o ministro suspendeu a campanha porque ela é financiada com recursos públicos. Outro ponto relevante é que e, como a inelegibilidade dele é quase certa, o risco de se gastar dinheiro público com a campanha justifica a suspensão”, explica. Marques determinou que a decisão individual seja submetida à apreciação do plenário como um todo, o que deve acontecer antes do primeiro turno, segundo Gonçalves: “Diria que é bem provável que o nome de Deltan sequer esteja válido na urna no dia do primeiro turno”, conta. A informação disponível também indica que se os demais ministros do TSE confirmarem a liminar, é um sinal de que a inelegibilidade do ex-procurador é iminente. Se Dallagnol concorrer com o registro validado e apenas depois sua inelegibilidade for reconhecida, os votos seriam computados e, em caso de vitória, haveria uma nova

Fonte: BRASIL DE FATO

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