Entenda os principais pontos sobre júnia Marise abriu caminho para possível feito inédito de duas senadoras em MG
Quando Júnia Marise foi eleita senadora por Minas Gerais, em 1990, a presença de mulheres no Senado ainda era uma exceção. Natural de Belo Horizonte, a jornalista e advogada já havia construído uma trajetória política qu

Entenda os principais pontos sobre júnia Marise abriu caminho para possível feito inédito de duas senadoras em MG. Os dados disponíveis na fonte original foram reorganizados pelo Notícias de Curitiba para explicar o fato, sua situação atual e os possíveis efeitos para o público. O fato envolve quando Júnia Marise foi eleita senadora por Minas Gerais, em 1990, a presença de mulheres no Senado ainda era uma exceção. Natural de Belo Horizonte, a jornalista e advogada já havia construído uma trajetória política que passava pela Câmara Municipal, Assembleia Legislativa, Câmara dos Deputados e pelo cargo de vice-governadora. Entre os dados confirmados, naquele ano, tornou-se, ao lado de Marluce Pinto, de Roraima, uma das primeiras mulheres eleitas diretamente para o Senado Federal. Mais de três décadas depois, o nome de Júnia Marise permanece associado ao pioneirismo feminino na política mineira. A apuração da fonte registra ainda que ela foi a primeira mulher a ocupar a vice-governadoria de Minas Gerais e chegou a assumir interinamente o governo estadual. No Senado, ocupou a terceira-secretaria e a segunda-vice presidência da Casa. Para entender o estágio atual, encerrou o mandato em 1999, depois de oito anos de atuação parlamentar. Senadora Júnia Marise foi a única senadora eleita por MG • Senado Federal Em relação aos efeitos práticos, a trajetória de Júnia também esteve ligada a pautas de participação política das mulheres e desenvolvimento regional. Ela foi eleita pelo Partido da Reconstrução Nacional (PRN) e, ao longo de sua trajetória política, também teve passagens expressivas por outros partidos, como o PDT, pelo qual atuou como líder no Senado, além de filiações ao MDB, PMDB e PPSE. Outro ponto relevante é que em pronunciamentos no Senado, ela reivindicou a ampliação da presença feminina nas candidaturas e destacou a aprovação de uma regra que reservava 20% das vagas disputadas nas eleições municipais para mulheres. Entre suas iniciativas de maior destaque no Congresso está a inclusão de municípios do Vale do Jequitinhonha na área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). A informação disponível também indica que a eleição de 2026 coloca Minas Gerais diante de uma possibilidade que, até hoje, não ocorreu: ter duas mulheres eleitas simultaneamente para representar o estado no Senado. As candidatas Áurea Carolina (Psol), Marília Campos (PT) e Ana Luiza (UP) disputam as duas cadeiras que serão renovadas neste ano. O fato envolve a terceira vaga de Minas pode permanecer ocupada por Cleitinho Azevedo (Republicanos), cujo mandato vai até 2030. O senador é candidato ao governo de Minas, portanto, se eleito, seu suplente Alex Diniz assume a vaga até o final do
Fonte: BRASIL DE FATO

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