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Polícia fecha três pontos de jogos clandestinos em Curitiba e investiga suspeita de organização criminosa

Operação do Draco apreendeu máquinas caça-níqueis e investiga possível participação de um grupo de São Paulo na exploração de apostas ilegais na capital.

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Imagem ilustrativa de máquinas caça-níqueis alinhadas em ambiente fechado, representando estabelecimentos de jogos clandestinos investigados em Curitiba.
Imagem ilustrativa de máquinas caça-níqueis. A Polícia Civil fechou três estabelecimentos de jogos clandestinos em Curitiba na sexta-feira (23). — Crédito: Imagem ilustrativa / Notícias de Curitiba.

Polícia fecha três pontos de jogos clandestinos em Curitiba e investiga suspeita de organização criminosa

Uma operação da Polícia Civil do Paraná contra a exploração de jogos clandestinos resultou no fechamento de três estabelecimentos em Curitiba, na sexta-feira (23 de outubro). Durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão, os investigadores encontraram máquinas caça-níqueis que foram recolhidas para os procedimentos policiais.

A ação foi conduzida pelo Departamento Estadual de Repressão ao Crime Organizado (Draco), que apura a possível existência de uma rede responsável por manter os pontos de apostas ilegais em funcionamento.

As diligências ocorreram após aproximadamente 40 dias de investigação, iniciada a partir de denúncias.

Máquinas foram retiradas dos estabelecimentos

Os policiais encontraram equipamentos utilizados em jogos de azar nos três endereços fiscalizados.

As máquinas foram desmontadas e transportadas para a delegacia. Há informações divergentes nas coberturas publicadas sobre o total recolhido, razão pela qual o número definitivo depende de confirmação oficial.

Pessoas que estavam nos estabelecimentos foram conduzidas para prestar esclarecimentos. Segundo as informações divulgadas sobre a operação, elas assinaram termos circunstanciados e foram liberadas.

A condução à delegacia não representa, por si só, comprovação de envolvimento na administração dos jogos clandestinos.

Investigação apura quem controla os pontos

O delegado Rodrigo Brown, do Draco, informou que a investigação procura identificar os responsáveis pela estrutura de exploração de apostas ilegais na capital.

As informações reunidas pelos policiais apontam para uma possível participação de integrantes de um grupo originário de São Paulo.

Essa ligação ainda é objeto de investigação e não equivale a uma conclusão definitiva sobre a responsabilidade criminal das pessoas investigadas.

A Polícia Civil também recebeu informações sobre prejuízos financeiros de frequentadores e possíveis ameaças relacionadas à cobrança de valores.

Polícia apura suspeitas de outros crimes

A apuração busca identificar como o dinheiro movimentado pelos estabelecimentos era administrado e para onde os recursos poderiam ser destinados.

Entre as linhas investigativas estão suspeitas de lavagem de dinheiro, extorsão e ameaças. Os investigadores também avaliam possíveis conexões com outros crimes graves.

Isso não significa que todos esses delitos tenham sido comprovados ou que as pessoas abordadas nos imóveis sejam responsáveis por eles.

A definição de eventuais crimes e autores dependerá das diligências, da análise dos materiais recolhidos e dos procedimentos legais.

Denúncias ajudaram a iniciar investigação

De acordo com as informações atribuídas ao Draco, as primeiras diligências começaram cerca de 40 dias antes da operação, após denúncias sobre os pontos de jogos clandestinos.

O trabalho permitiu identificar estabelecimentos e solicitar as medidas judiciais cumpridas na sexta-feira.

A operação também levanta questionamentos sobre a capacidade de fiscalização de atividades ilegais que funcionam em imóveis comerciais da capital.

O fechamento dos três pontos representa uma etapa da investigação. A Polícia Civil ainda procura esclarecer quem financiava, administrava e eventualmente lucrava com a estrutura encontrada.

Como denunciar atividades criminosas

A população pode encaminhar informações sobre possíveis atividades criminosas pelo telefone 181, serviço de denúncias do Paraná.

Em situações de emergência ou quando um crime estiver acontecendo, a Polícia Militar pode ser acionada pelo 190.

Até a divulgação das informações consultadas, não havia confirmação de prisões preventivas dos responsáveis pela suposta rede nem conclusão do inquérito sobre a estrutura investigada.

Fonte das informações: Informações atribuídas à Polícia Civil do Paraná (Draco)

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