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Povoada Gastrobar reúne diversidade, cultura, bons drinques e comidas e é o local onde ‘mora o amor’

“Eu não ando só.” Logo na entrada da Povoada Gastrobar, o cliente/visitante SE depara com esta frase e, depois, vai vendo citações sobre diversos temas em quadros e paredes e sente vários espíritos brasileiros pairando p

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Povoada Gastrobar reúne diversidade, cultura, bons drinques e comidas e é o local onde ‘mora o amor’Crédito: Povoada Gastrobar, na Cidade Baixa | Crédito: Rafael Rosa

“Eu não ando só.” Logo na entrada da Povoada Gastrobar, o cliente/visitante SE depara com esta frase e, depois, vai vendo citações sobre diversos temas em quadros e paredes e sente vários espíritos brasileiros pairando por ali. Tem uma coleção de bonés dos comandantes das alas das escolas de samba do carnaval carioca, lembranças de religiões de matriz africana , coisas da Bahia, drinques, coquetéis e petiscos de botecos de várias regiões, música ampla – do samba ao rock, brasilidade em todos os sons. É um mix completo, variedades incríveis, um astral espetacular, misturando simplicidade, aconchego e bom gosto. A decoração também é atraente, com paredes de tijolos à vista, iluminação cênica e sofás, mesas e cadeiras confortáveis espalhadas pelo ambiente. Crédito: Rafael Rosa “Nossas raízes são profundas. Nos mantêm firmes diante das tempestades”. O local é mais uma das muitas e variadas atrações que a Cidade Baixa oferece aos frequentadores da região. Fica na  Rua Lopo Gonçalves, 378 , definida por seu quarteto de sócias como a Rua do Príncipe Custódio Joaquim de Almeida, o Príncipe de Ajudá*.  As sócias são Karina Roque (carioca, formada em Ciências Sociais, há cinco anos no RS), Michelle Viecelli ((nutricionista, sommelier e dona da Cervejaria Daluz, no Bairro Sarandi), Zuleika Branco (Bibliotecária da Ufrgs) e Claudiane Santos (gastróloga, formada em Curso Superior de Gastronomia). Somos irmãs que SE encontraram por aqui”, afirma Karina. Crédito: Rafael Rosa “Aqui mora o amor”. É outro dos lemas e objetivos das mulheres LGBTQIA+ que lideram o bar e convivem em perfeita harmonia. Elas trabalharam em outro bar, não deu lá muito certo, resolveram SE unir e criar um bar só para elas, comandar tudo, da cozinha ao atendimento, com mais alguns funcionários.  “Botamos os pés no chão e realizamos os sonhos e os ideais que estavam nas nossas cabeças”, diz Karina. “Aqui celebramos a cultura popular, a gastronomia e a dive rsidade”, reforça. “Queremos tornar a nossa terra mais bonita de SE povoar”. A Povoada funciona de quarta a sábado, eventualmente aos domingos. Aos sábados é uma espécie de brunch, chamado por elas de ‘almlanche”, mistura de almoço com lanche. O nome do local veio de uma música da cantora e compositora baiana Sued Nunes, cujo refrão inclui o verso “quem falou que eu ando só?”.  O local abriga até 70 pessoas, quase todas com 30+, e tem também um parklet na frente do bar (pequena extensão da calçada instalada no lugar de uma ou duas vagas de estacionamento de carros). “Nosso público está consolidado, gente fiel mesmo”, diz Karina. Crédito: Rafael Rosa O espaço físico da Povoada foi inaugurado oficialmente em janeiro de 2023, mas a empresa foi fundada em 4 de maio de 2022. Desde então, rola muita coisa legal. A atmosfera é aconchegante e a decoração criativa. O local é alugado, mas as finanças vão bem, a movimentação é boa, principalmente aos finais de semana.  “Aqui não tem nenhum tipo de

Fonte: BRASIL DE FATO

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