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UFPR comemora 25 anos do reconhecimento do Prédio Histórico como símbolo de Curitiba

Lei que instituiu o local como símbolo da capital veio após votação popular, que contou com intensa mobilização da comunidade universitária   Os 25 anos do Prédio Histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR) c

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Lei que instituiu o local como símbolo da capital veio após votação popular, que contou com intensa mobilização da comunidade universitária   Os 25 anos do Prédio Histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR) como local símbolo de Curitiba foram celebramos nesta quarta-feira (30) em uma Sessão Extraordinária do Conselho Universitário (COUN). Realizada no salão Nobre do Setor de Ciências Jurídicas, a solenidade relembrou a escolha do edifício pela população, por meio de votação realizada em 1999, e a oficialização do título por lei municipal, em 2001.  O Prédio Histórico hoje abriga o Setor de Ciências Humanas, com o Departamento de Psicologia, e o Setor de Ciências Jurídicas, com o curso de Direito. Também é sede da PRó-Reitoria de Extensão e Cultura (Proec), da PRó-Reitoria de Graduação e Educação Profissional (Prograp), da Superintendência de Educação Aberta a Distância e Inovações Pedagógicas (Seadip), da Biblioteca de Ciências Jurídicas, do Museu de Arte da UFPR (MusA) e da Sala expositiva do Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR (MAE), além de ser a casa dos Grupos Artísticos. Seu reconhecimento como símbolo oficial, 25 anos atrás, foi resultado de uma grande mobilização da comunidade, representada pelo então reitor, Carlos Roberto Antunes dos Santos. Além de marcar a data, a cerimônia também destacou os cuidados necessários para preservar o edifício, que integra o patrimônio histórico da cidade. O reitor da UFPR, Marcos Sfair Sunye, anunciou a conclusão, até o fim do ano, de um plano de conservação que definirá os elementos do prédio que devem ser mantidos.  “A gente está comemorando hoje a promulgação da lei que cria esse prédio como referência em Curitiba. Além do prédio propriamente dito, vamos concluir um plano de conservação, que vai definir os elementos dentro do prédio que são essenciais e que devem ser conservados. Isso é uma exigência do Iphan, inclusive para que possa ser feita qualquer reforma” , afirma. Segundo Sunye, a conclusão do plano permitirá a realização de novas intervenções no edifício para atender às atividades desenvolvidas no local.  “Até o final do ano a gente termina esse plano de conservação e, a partir daí, vai poder fazer mais reformas para atender a comunidade do Direito, da Psicologia, das PRó-reitorias e da biblioteca que trabalham aqui dentro” , diz.  A preservação do edifício também está relacionada como espaço de encontro entre a universidade e a cidade.

Fonte: UFPR — notícias oficiais

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