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TRIBUNAL DO JÚRI

Acusado de matar a mãe e ocultar corpo na CIC irá a júri popular

João Carlos Octávio é acusado pelo Ministério Público de envolvimento na morte de Ivanete Bispo dos Santos Zanardine, conhecida como Dona Pituca, em 2024.

Vista de uma avenida na Cidade Industrial de Curitiba
Foto ilustrativa da CIC: Divulgação/Prefeitura de Curitiba — imagem não representa o endereço do caso

O acusado de matar a própria mãe e ocultar o corpo no quintal da casa onde a família vivia, na Vila Sabará, na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), será levado a júri popular. O caso ocorreu em 2024 e teve novos desdobramentos divulgados pela imprensa no fim de julho.

João Carlos Octávio responde pelas acusações de homicídio qualificado, feminicídio e ocultação de cadáver pela morte de Ivanete Bispo dos Santos Zanardine, de 50 anos, conhecida na comunidade como Dona Pituca.

Corpo foi localizado no quintal

Ivanete ficou desaparecida por quase um mês. Conforme informações das investigações divulgadas à época, o corpo foi encontrado no quintal da residência depois que familiares estranharam o desaparecimento e procuraram pistas no imóvel.

O filho foi preso durante a investigação. A Polícia Civil reuniu elementos sobre o período do desaparecimento, o histórico familiar e movimentações realizadas após o último contato conhecido com a vítima.

O que significa ir a júri popular

A decisão de levar o caso ao Tribunal do Júri significa que os jurados analisarão as provas e decidirão se o réu deve ser condenado ou absolvido pelas acusações relacionadas à morte. A ocultação de cadáver também será examinada no processo.

Presunção de inocência: o acusado ainda não foi condenado. A responsabilidade criminal será decidida durante o julgamento, com direito à defesa e análise das provas.

Caso mobilizou a comunidade

O desaparecimento e a localização do corpo provocaram forte repercussão entre moradores da Vila Sabará e da CIC. Dona Pituca era descrita por familiares e vizinhos como uma pessoa religiosa e dedicada à família.

A informação sobre o envio do réu ao júri foi divulgada pela Banda B. Para o histórico da investigação, também foram consultadas reportagens da RIC e da Record.