Curitiba, Paraná
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Adolescente de 14 anos é morta no Paraná um dia após aniversário; padrasto suspeito morre em confronto com a PM

Jovem venezuelana foi encontrada com ferimentos de faca em Floresta, na região de Maringá. Homem de 26 anos, investigado pelo crime, morreu durante abordagem policial após uma operação de buscas.

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Ilustração de policiais militares realizando buscas noturnas com cão farejador, drones e viaturas em uma estrada rural.
Imagem ilustrativa de uma operação de buscas policiais em área rural. O caso envolve a morte de uma adolescente de 14 anos em Floresta, no Paraná, e a localização do principal suspeito na região de Maringá. — Crédito: Notícias de Curitiba / Imagem ilustrativa

Adolescente de 14 anos é morta no Paraná um dia após aniversário; padrasto suspeito morre em confronto com a PM Uma adolescente venezuelana de 14 anos foi encontrada morta na manhã de sábado (17 de outubro), em Floresta, município da região de Maringá, no Noroeste do Paraná. O corpo apresentava ferimentos provocados por arma branca e estava em um terreno no bairro Monte Verde, onde havia uma construção demolida. A jovem havia completado 14 anos na sexta-feira (16), apenas um dia antes de ser encontrada sem vida. O principal suspeito do homicídio era o padrasto, de 26 anos, que morreu horas depois durante um confronto com policiais militares em uma estrada rural na região de Maringá. As duas mortes são investigadas pelas autoridades. A motivação do assassinato da adolescente e a sequência completa dos acontecimentos ainda não foram esclarecidas. Corpo foi encontrado em terreno no bairro Monte Verde Segundo as informações policiais divulgadas por veículos da região, o corpo da adolescente foi localizado no fim da manhã de sábado, em uma área de vegetação onde havia uma casa demolida. A vítima estava parcialmente coberta por roupas, panos e galhos. Os levantamentos iniciais apontaram diversos ferimentos compatíveis com golpes de faca. Equipes da Polícia Militar foram acionadas e preservaram o local para o trabalho de investigação e perícia. A Polícia Civil também participou dos primeiros procedimentos. O Instituto Médico-Legal de Maringá foi chamado para recolher o corpo e realizar os exames necessários à apuração da causa da morte. Padrasto passou a ser procurado após descoberta do crime Com o início das investigações, as autoridades identificaram o padrasto da adolescente como principal suspeito. Relatos divulgados pela imprensa regional indicam que o homem teria sido visto deixando a região em uma bicicleta. Imagens de câmeras de segurança teriam registrado seu deslocamento nas proximidades da PR-317. As informações levaram os policiais a intensificar as buscas em áreas rurais e de vegetação entre Floresta e Maringá. A operação mobilizou equipes do 4º e do 32º Batalhões da Polícia Militar, além de unidades de apoio. Foram utilizados drones e cães farejadores para auxiliar na localização do investigado. O trabalho continuou durante a tarde e o início da noite de sábado. Suspeito morreu durante abordagem na região de Maringá Por volta das 20h, equipes policiais localizaram o homem em uma estrada rural nas proximidades da PR-317, na região de Maringá. De acordo com a versão policial divulgada pela imprensa local, o suspeito teria efetuado disparos contra os militares durante a tentativa de abordagem. Os policiais reagiram, e o homem foi atingido. Equipes de emergência foram acionadas, mas a morte foi constatada no local. A ocorrência foi isolada para os procedimentos periciais. As circunstâncias do confronto, incluindo a sequência dos disparos e a atuação policial, também devem ser esclarecidas pelos órgãos responsáveis. A morte do investigado não substitui a apuração das provas relacionadas ao assassinato da adolescente. Polícia apura relato de possível agressão anterior Outro ponto investigado é a informação de que a adolescente poderia ter sofrido uma agressão anterior atribuída ao padrasto. O relato foi mencionado nas primeiras informações sobre o caso, mas ainda não havia confirmação pública de sua relação com o homicídio. A Polícia Civil deverá analisar os elementos reunidos para esclarecer o que aconteceu antes da morte da jovem, a possível motivação do crime e a responsabilidade do suspeito apontado durante as investigações. Também não havia sido divulgado um resultado conclusivo dos exames periciais. Investigação continua após as duas mortes O caso envolve procedimentos distintos: a investigação do homicídio da adolescente em Floresta e a apuração das circunstâncias da morte do suspeito durante a intervenção policial na região de Maringá. As autoridades deverão reunir depoimentos, registros de câmeras, informações das equipes que atenderam às ocorrências e resultados periciais. A adolescente e o investigado morreram no sábado (17). As informações sobre o caso foram atualizadas ao longo daquele dia e divulgadas por diferentes veículos no domingo (18). Até a conclusão das apurações, a motivação do crime e todos os detalhes da dinâmica das ocorrências permanecem sem esclarecimento definitivo. Como denunciar violência contra crianças e adolescentes Suspeitas de violência, ameaças ou maus-tratos contra crianças e adolescentes podem ser comunicadas ao Conselho Tutelar, à Polícia Civil ou ao Disque Direitos Humanos, pelo telefone 100. O serviço recebe denúncias de violações de direitos humanos e permite que situações de risco sejam encaminhadas aos órgãos responsáveis. Em emergências ou situações de violência em andamento, a Polícia Militar pode ser acionada pelo telefone 190. As denúncias são importantes para que as autoridades possam avaliar possíveis situações de risco e adotar as medidas de proteção cabíveis.

Fonte das informações: TNOnline / Maringá Post / informações atribuídas à PMPR

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