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Educação pauta debate entre candidatos ao governo do DF promovido pelo Sinpro

O Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF) colocou os candidatos ao Governo do Distrito Federal (GDF) diante de uma série de cobranças sobre problemas que atravessam a rede de ensino e a educação pública

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Educação pauta debate entre candidatos ao governo do DF promovido pelo SinproCrédito: Leandro Grass (PT), candidato ao governo do Distrito Federal, durante debate promovido pelo Sinpro-DF | Crédito: Youtube/Sinpro-DF

O Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF) colocou os candidatos ao Governo do Distrito Federal (GDF) diante de uma série de cobranças sobre problemas que atravessam a rede de ensino e a educação pública durante debate na noite desta segunda-feira (21). Contratação temporária, salários, inclusão de estudantes com deficiência, financiamento, condições de trabalho, gestão democrática, creches, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e a Universidade do Distrito Federal (UnDF) estiveram entre os temas discutidos. Participaram José Roberto Arruda (PSD), Ricardo Cappelli (PSB), Kiko Caputo (Novo), Leandro Grass (PT), Paula Belmonte (PSDB), Professor Robson (PSTU) e Professora Samara Mineiro (UP). Celina Leão (PP), candidata à reeleição , foi convidada, mas não compareceu. O Sinpro apresentou aos candidatos uma pauta com 181 reivindicações da categoria, dividida em quatro eixos: salário e benefícios, qualidade social e gestão democrática, formação e promoção da saúde dos trabalhadores. O encontro foi dividido em cinco blocos. No primeiro, os candidatos fizeram apresentações individuais. Depois, diretores do Sinpro formularam perguntas, e os próprios candidatos escolheram quem faria a réplica. A terceira etapa reuniu representantes de sindicatos, estudantes e organizações ligadas à educação. As duas últimas partes foram reservadas às perguntas entre as candidaturas e às considerações finais. A contratação de professores temporários esteve entre os temas levantados pelos diretores do Sinpro-DF. Caio Romão questionou Kiko Caputo sobre o crescimento dessa modalidade e citou dados apresentados pelo sindicato segundo os quais o número de temporários teria passado de cerca de 6 mil, em 2014, para quase 17 mil em agosto de 2026. Kiko criticou o uso crescente de contratos temporários e relacionou a modalidade à precarização da carreira docente. “A questão dos temporários é indigna. Primeiro que ela precariza a profissão do magistério. Segundo, porque parece que virou uma política de Estado pelo simples fato de ser uma coisa mais econômica, diante da diferença salarial ao longo do tempo”, criticou. Ricardo Cappelli também abordou a contratação temporária e relacionou o tema às condições da carreira docente. “Temporário tem que ser temporário, não pode ser o efetivo precarizado na prática como é hoje. Por isso que a gente está na situação que está. 27º lugar no ensino médio, o Ideb [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica] caindo nos anos iniciais e nos anos finais também”, avaliou. A valorização salarial foi discutida por Cláudio Antunes, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), que questionou a Professora Samara Mineiro sobre o cumprimento da Meta 17 do Plano Nacional de Educação (PNE), que trata da equiparação salarial dos profissionais do magistério, e sobre os reajustes pendentes da categoria. A candidata colocou a valorização dos profissionais entre as prioridades da educação. “A meta 17 é uma prioridade

Fonte: BRASIL DE FATO

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